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CONINTEC 2012

Programada para acontecer entre os dias 4 e 6 de Junho, a CONINTEC (Conferência Internacional de Inovação em Parques Tecnológicos) acontece em Sorocaba, acompanhando a inauguração do Parque Tecnológico de Sorocaba, que visa fomentar o desenvolvimento tecnológico no Sudoeste Paulista.

Com uma programação voltada a temas ligados a fomento, pesquisa, inovação, tecnologia e sustentabilidade, o evento, além da Programação Oficial da Conferência, com abertura prevista para as 18h do dia 04/06, contará com uma Mostra Tecnológica, que terá sua abertura também no dia 04/06 às 14h e uma Programação Paralela a partir do dia 05/06 voltada para o empreendedorismo.

O evento acontece na Avenida Itavuvu s/n  Sorocaba – São Paulo, com acesso pelo km 99 da Rodovia Castelo Branco. O público estimando está entre 800 e 1000 pessoas, e contará com representantes da América do Norte, América Latina, Europa e Ásia. Para se inscrever clique aqui.

A Mundo PM é uma das apoiadoras este evento, e se fará presente distribuindo exemplares da revista.

 Veja o Mapa do local no Google:

Exibir mapa ampliado

 

 

Mundo PM marca presença no VII CBGP organizado pelo PMI-Rio

Em um trabalho constante de estar sempre antenado as evoluções do mercado de gerenciamento de projetos, a revista Mundo PM marca presença no VII Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos, este ano organizado pelo PMI-RIO.

O Congresso, que começou na terça-feira desta semana e com encerramento previsto para hoje, terá palestras relacionadas a comunicação em projetos, métodos agéis e sustentabilidade. Veja a programação do dia de hoje em: www.7cbgp.com.br/nav/agenda.asp.

Para conhecer mais sobre a Revista Mundo Project Management, acesse: mundopm.com.br/fault.jsp

 

 

 

 

CA Technologies e AeC anunciam parceria para Gestão de Projetos e participam, em conjunto, do VII Congresso Brasileiro PMI

Empresas terão atuação alinhada em projetos nas áreas de Contact Center, Consultoria, Software e Gestão em Saúde

A CA Technologies (NASDAQ: CA), empresa de gerenciamento e soluções de softwares, com expertise em todos os ambientes de TI, é a nova parceira da AeC, empresa focada em serviços BPO (Business Process Outsourcing), para gestão de projetos de TI. As primeiras soluções conjuntas entre as empresas serão apresentadas hoje, dia 29/05, durante o VII Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos – PMI, no Rio de Janeiro.
No evento, as empresas irão demonstrar soluções nas áreas de Contact Center, Consultoria, Software e Gestão em Saúde, com serviços de consultoria, licenciamento, certificação e treinamento. “Nossos clientes buscam serviços gerenciados e customizados de acordo com as suas necessidades. A parceria com a AeC irá facilitar esses processos e otimizar entrega de soluções seguras e eficientes”, explica Alexandre Graff, vice-presidente de canais para a América Latina da CA Technologies.
Veja a noticia completa em: www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=76865:ca-technologies-e-aec-anunciam-parceria-para-gestao-de-projetos-e-participam-em-conjunto-do-vii-congresso-brasileiro-pmi&catid=48:cat-info-ti&Itemid=329

Maturidade Tecnológica em Projetos

Muitas das nossas organizações desenvolvem tecnologias para utilização nos seus produtos e serviços. Por se tratarem de projetos de inovação, é mais difícil definir o escopo e fazer as estimativas necessárias para o planejamento.

Poderíamos definir três conjuntos, ou níveis, de conhecimento:

  • Pesquisa básica – científica
  • Pesquisa aplicada – tecnologia
  • Engenharia – técnica
Níveis de maturidade
Níveis de maturidade

Para medir a maturidade de uma tecnologia, surgiu Technology Readiness Level, desenvolvido pela NASA e amplamente adotado pelo governo americano em seus projetos. São nove níveis de TRL.

Níveis de TRL
Níveis de TRL

Numa definição sucinta, Alberto Elfes do Jet Propulsion Lab diz:

“O TRL-1 é aquela ideia que tivemos conversando em um bar e rascunhamos no guardanapo. No outro extremo, o TRL-9 é o robô em Marte, feito para permanecer só 180 dias funcionando, mas que há sete anos continua trabalhando sem apresentar problemas. O TRL-3 é quando você pegou sua ideia do guardanapo e montou um mecanismo precário sobre a bancada do laboratório para provar que a ideia faz sentido. O TRL-6 é quando você venceu a etapa de pesquisa e desenvolvimento e já construiu um sistema autônomo de verdade, pronto para ser testado fora do laboratório, em campo, onde ele fica vulnerável às intempéries. Mas ainda está longe do TRL-9, que é quando o veículo poderia ser enviado para Titã, por exemplo. A Nasa estima que o itinerário de TRL-1 para TRL-6 corresponde a 10% dos custos de uma missão. Cerca de 90% do dinheiro é gasto para levar o equipamento de TRL-6 a TRL-9. Isso dá uma ideia de onde está o foco de atenção.”

(Fonte: Entrevista no Estadão, 05/03/2011)

Observa-se que o tempo e o esforço para mudar de um nível de maturidade tecnológica para outro depende da tecnologia em questão e apresenta evolução não-linear. Estudos da NASA mostram que a tentativa de aplicar tecnologias imaturas levou a problemas técnicos, de prazo e de custo durante o desenvolvimento dos sistemas.

O grande problema, na verdade, é subestimar o tamanho e complexidade do projeto devido ao desconhecimento dos níveis de TRL das tecnologias envolvidas, o que acarreta freqüentemente desvios de escopo, tempo e custo. Para identificar os níveis de TRL das tecnologias críticas nos projetos, a Defense and Acquisition University criou uma planilha chamada TRL Calculator que pode ser baixada gratuitamente.

Como exemplo de aplicação, na figura abaixo temos um overview da TRL no programa de pesquisas nucleares do Reino Unido.

Programa de pesquisa nuclear do Reino Unido (Fonte: http://www.publications.parliament.uk/pa/ld201012/ldselect/ldsctech/221/22105.htm)
Programa de pesquisa nuclear do Reino Unido (Fonte: http://www.publications.parliament.uk/pa/ld201012/ldselect/ldsctech/221/22105.htm)

Num trabalho brasileiro, demonstra-se a utilização da TRL e da planilha TRL Calculator para sistemas aeroespaciais (Pantoja, 2008).

Mas, para que vou me preocupar com TRL se não trabalho nem com pesquisa básica nem com sistemas tecnológicos da NASA? A TRL permite medir ou dimensionar a complexidade do projeto com base no nível de maturidade das tecnologias envolvidas, podendo ser aplicado a qualquer tipo de tecnologia. Em projetos de software, por exemplo, teríamos:

TRL aplicada a software
TRL aplicada a software

Na próxima semana, falaremos de riscos! Até lá.

Ricardo Vargas faz palestra gratuita sobre as competências de um Gerente de Projetos de Sucesso

Para se inscrever clique aqui ou na imagem

 

 

 

Gestão do Conhecimento por Rivadávia C. Drummond

Amplamente conhecido no Brasil, por sua alta qualificação, seu trabalho voltado paa Gestão do Conhecimento e o número de empresas que já atuou como consultor, Professor Ph. D. Rivadávia C. Drummond de Alvarenga Neto atual Reitor da UNI-BH, além de Professor e Pesquisador da Fundação Dom Cabral,  e CEO da Rivadávia e Associados, será nosso palestrante no próximo Special Day Mundo PM sobre Gestão Avançada de Projetos.

E para que possam conhecer melhor nosso palestrante, e até mesmo fazerem melhor proveito da sua palestra, selecionamos alguns artigos do mesmo publicados em seu site. Vejam abaixo alguns resumos de artigos e o link de onde baixar os artigos na integra.

Caso queira buscar mais artigos e conhecer seu blog, basta acessar o site da Rivadávia Associados:  www.rivadaviaeassociados.com.br/

Para se inscrever do Special Day sobre Gestão Avançada de Projetos, acesse:

www.mundopm.com.br/FDC2012_evento.jsp

Vejam os artigos que selecionamos:

A construção do conceito de Gestão do Conhecimento: Práticas Organizacionais, Garantias Literárias e o Fenômeno Social

Data de Publicação: 01/08/2004

Resumo: Este artigo apresenta-se como uma tentativa de demarcação conceitual da temática conhecida como Gestão do Conhecimento. Longe de almejar propor uma solução definitiva ou um modelo hermético e acabado, espera-se contribuir para a formulação de um melhor entendimento da área, suas fronteiras e abrangências. Propõe-se um modelo adaptado daquele originalmente proposto por Choo (1998), associado à noção de contexto capacitante e das várias abordagens que, interligadas possam contribuir para a construção de um modelo conceitual compreensivo que se apresente como um ponto de partida para uma compreensão da gestão do conhecimento.

Artigo Completo em: http://vai.la/2Mr0

O conhecimeto e o Cubo Mágico

Data de Publicação: 01/01/2011

Resumo: Rivadávia Drummond de Alvarenga Neto pesquisa conhecimen to organizacional há dez anos. Seu estudo foi a primeira análise qualitativa em profundidade no Brasil sobre gestão do conhecimento, quando era um consultor que dividia seu tempo com os estudos acadêmicos. Já como professor da Fundação Dom Cabral em regime de dedicação exclusiva, fez pós-doutorado no Canadá com Chun Wei Choo, uma das maiores referências teóricas da área, e con ele desenvolveu, a partir do “ba” de Ikujiro Nonaka [veja HSM Management nº 75], o cubo de decisão para criação, compartilhamento e uso do conhecimento –um cubo que, por resolver um dos maiores desafios empresariais de nossos tempos, receberia muito bem o adjetivo de “mágico”. Em entrevista exclusiva a Adriana Salles Gomes, Drummond disseca o modelo, que se baseou em casos reais.

Artigo Completo em: http://vai.la/2Mr1

Gestão do Conhecimento em Organizações: Proposta de Mapeamento Conceitual Integrativo

Data de Publicação: 27/08/2005

Resumo: Investiga a temática denominada “Gestão do Conhecimento” (GC) em três grandes organizações atuantes no Brasil, procurando discutir seu conceito, elementos constituintes, áreas fronteiriças e interfaces, origens, abordagens gerenciais e ferramentas, dinâmica e demais aspectos, pari passu ao distanciamento da discussão puramente terminológica, de viés ingênuo, ensimesmado e inócuo. Os pressupostos básicos foram dois, respectivamente: (i) grande parte do que se convenciona chamar ou atribui-se o nome de gestão do conhecimento é na verdade gestão da informação e a gestão da informação é apenas um dos componentes da gestão do conhecimento. Destarte, acredita-se que a gestão do conhecimento vá além da pura gestão da informação por incluir e incorporar outros aspectos, temas, abordagens e preocupações como as questões de criação, uso e compartilhamento de informações e conhecimentos, criação do contexto adequado ou contexto capacitante, dentre outros; (ii) um modelo conceitual pode ser formulado a partir de três concepções básicas que são formadoras das estruturas ou pilares nas quais este mesmo modelo ou mapa se fundamenta e se sustenta, a saber: (a) uma concepção estratégica da informação e do conhecimento, fatores de competitividade para organizações e nações, (b) a introdução de tal estratégia nos níveis tático e operacional através das várias abordagens gerenciais e ferramentas orientadas para as questões da informação e do conhecimento nas organizações, que se chamam continuamente ao diálogo, sendo imbricadas e passíveis de orquestração e (c) a criação de um espaço organizacional para o conhecimento, o “Ba” ou o contexto capacitante – que são as condições favoráveis que devem ser propiciadas pelas organizações para que a mesma possa sempre se utilizar da melhor informação e do melhor conhecimento disponíveis. Objetivou-se investigar e analisar, a partir de uma perspectiva sistêmica, as concepções, estratégias, motivações, abordagens, práticas, efeitos e resultados de áreas, programas ou projetos de gestão do conhecimento efetivamente implementados e utilizados em três organizações brasileiras adotantes da gestão do conhecimento, com vistas à proposição de um modelo ou mapa conceitual integrativo. A estratégia de pesquisa qualitativa utilizada foram os estudos de casos múltiplos com unidades de análise incorporadas e três critérios foram observados para o julgamento da qualidade do projeto de pesquisa: a validade do construto, a validade externa e a confiabilidade. Fontes múltiplas de evidências foram utilizadas e, para a análise de dados coletados em campo, optou-se pela proposta de MILES & HUBERMAN (1984) que sugerem que a análise qualitativa consiste de três fluxos concomitantes de atividades, a saber: redução de dados, ‘display’ ou exibição de dados e verificação/conclusões com base em inferênciaS a partir de evidências ou premissas. Os resultados confirmaram os pressupostos e afirma-se que a GC significa um repensar da gestão para as organizações da era do conhecimento. Tal enfoque deriva-se do entendimento de que a informação e o conhecimento constituem-se como os principais fatores de competitividade dos tempos atuais para organizações e nações. O trabalho permitiu identificar que os principais desafios impostos às organizações comprometidas com a gestão do conhecimento concentram-se na gestão de mudanças culturais e comportamentais e na criação de um contexto organizacional favorável à criação, uso e compartilhamento de informações e conhecimentos.

Artigo completo em: http://vai.la/2MqY

 

Estatísticas do Gerenciamento de Projetos

Em pesquisa realizada em 2011, com 202 projetos no Brasil, foi constatado que uma pequena parcela dos projetos coleta e registra rotineiramente informações de seu avanço físico (44%), das datas reais de início e fim (28%) e dos custos reais (19%). A ausência dessas informações impossibilita a existência de um histórico real da execução de projetos.

Essa falta de histórico é uma das razões para a não previsibilidade de prazos e custos dos projetos. A pesquisa também apontou que cerca de 40% dos projetos têm uma variação de mais de 25% em relação ao estimado, tanto de prazo como de custo.

Fonte: Pesquisa para Tese de Doutorado de Carlos Magno da Silva Xavier (M.Sc., PMP)

Pesquisa de Estresse – Resultado do Sorteio das Assinaturas

Acabamos de realizar o sorteio das 10 assinaturas referente a Pesquisa sobre o Estresse do Gerente de Projetos, realizada em nosso blog. O sorteio, foi realizado pelo site sorteador.com.br, hoje as 12h07min, veja o print do sorteio:

Os números sorteador foram:

Participantes Sorteados
las.industrial 0014
carllovaz 0053
krowczuk 0096
fnsjunior 0104
wfborges 0333
denisangelo.rabelo 0386
carlsonrocha 0659
cinthiabp 0700
mauro.simoes 0707
rodrigo.rotondo 0719


Caso não tenha acesso fácil, seu número de sorteio está nos links abaixo, de acordo com a letra que começa o seu e-mail:  AB
 |CD | EFGH | IJKL | MNOP | QRST | UVXYWZ 

 
Desde já agradecemos a sua participação, e esperamos poder contar com sua participação em novas pesquisas.

Requisitos – Modelo de Kano

A maioria dos gerentes de projetos conhece a figurinha sobre gerenciamento de escopo abaixo.

Escopo do Projeto
Escopo do Projeto

Ela é famosa por ser engraçada e pelo seu fundo de verdade. Em um post anterior, defendi o escopo como sendo o mais importante no gerenciamento de projetos, o que gerou bastante discussão.

Fato é que uma grande causa de fracasso nos projetos é a falta de compreensão e de clareza nos objetivos, levando a um escopo incompleto ou mesmo incorreto.

Quando estamos coletando requisitos, precisamos observar sob a perspectiva do cliente e dos usuários. Em geral, eles não são especialistas e, portanto, vão ter dificuldade em expressar suas necessidades. O gerente de projeto e sua equipe é responsável por coletar os requisitos dos stakeholders para a Statement of Needs, documento que registra aquilo que os stakeholders desejam atingir (ou ser capazes de fazer) com o resultado do projeto.

"Arrancando" requisitos dos stakeholders
“Arrancando” requisitos dos stakeholders

Os requisitos passarão por uma cascata rastreável desde os stakeholders´ requirements até os component requirements, passando por systems´ requirements e architecture´s requirements em diferentes níveis de abstração. Isso já vimos nos posts sobre engenharia de sistemas.

Hoje vamos falar do modelo de Kano. Se você não conhece o modelo de Kano, pode literalmente “entrar pelo cano” quanto estiver definindo requisitos.

Trata-se de um modelo relacionado ao desenvolvimento de produtos criado por Noriaki Kano. Ele estava preocupado com a satisfação dos clientes (ou consumidores, no caso do produto) e definiu cinco categorias de preferência:

  • Atrativos
    • Atributos que resultam em satisfação quando totalmente atingidos, mas sua ausência parcial não causa insatisfação
  • Unidimensionais
    • Atributos que produzem satisfação quando presentes e que geram insatisfação quando ausentes
  • Necessários
    • Atributos entendidos como inerentes ao produto, sua falta produz grande insatisfação e sua presença não produz aumento na satisfação
  • Indiferentes
    • Atributos que não afetam a satisfação / insatisfação dos consumidores
  • Reversos
    • Atributos cuja presença (ou excesso) produzem insatisfação

Mas por que nós, gerentes de projetos, devemos nos preocupar com o modelo de Kano da década de 80? Simples, os consumidores valorizam determinados atributos e acreditam que outros são inerentes ao produto. Analogamente, os stakeholders dos projetos também devem ter expectativas seguindo esse padrão.

Imagine que estamos organizando um show de Jazz. No dia e local do evento, poderíamos ter como requisitos:

  • Banheiros – atributo necessário
    • Você já foi a um evento / show que não havia banheiros? A insatisfação deve ter sido enorme. Porém, se você for a um evento que tenha banheiros, isso não aumenta sua satisfação
  • Cobertura de TV – atributo indiferente
    • Em princípio, para quem está presente, tanto faz se estiverem reproduzindo o show na TV ou não (isso deve fazer diferença para quem ficou em casa e queria assistir)
  • Cadeiras confortáveis – atributo unidimensional
    • Se forem confortáveis, aumenta minha satisfação. Se não forem, geram insatisfação
  • Cocktail – atributo atrativo
    • Se houver comida e bebida durante o show, produz (grande) satisfação. Sua ausência não gera insatisfação.
  • Potência do som – atributo reverso
    • Se o equipamento de som for o mesmo de um show de rock, provavelmente haverá insatisfação na platéia de jazz… as pessoas querem ouvir a música num volume adequado.

O modelo de Kano nos indica qual a medida ideal para os atributos sob a ótica do cliente, usuário ou consumidor. Isso permite definir melhor os requisitos e o escopo do produto (e do projeto) para melhor performance e eficiência.

Modelo de Kano (Wikipedia)
Modelo de Kano (Wikipedia)

 Na figura anterior, temos o eixo da percepção do cliente e o eixo da medida em que o atributo deve ser satisfeito.

Faça um exercício com um produto, enumere atributos nas categorias de Kano.

  • Viagem de Avião (do ponto de vista do passageiro)
    • Atrativos: maior espaço das poltronas
    • Unidimensionais: serviço de bordo
    • Necessários: cinto de segurança
    • Indiferentes: economia de combustível
    • Reversos: capacidade de passageiros

É um modelo bastante simples, ao mesmo tempo poderoso. Permite analisar diferentes pontos de vista dos stakeholders nos projetos, identificando suas expectativas e realizando tradeoffs dos interesses conflitantes para melhor performance geral. Isto é, para maior satisfação dos stakeholders. Isso é sucesso!

Sucesso de um projeto é medido pela satisfação dos stakeholders. (Hartman, 2000)

Até a próxima!

Webinar gratuito: Princípios de Gerenciamento de Serviços

Publicado originalmente em: www.tiespecialistas.com.br

O TI Especialistas está apoiando o webinar que será realizado no dia 22 de maio às 20:00hs pela High IT Consulting e Exin sobre Princípios de Gerenciamento de Serviços. Esta iniciativa faz parte da parceria iniciada com a High IT Consulting para cursos, consultoria e muito mais.

Segue a descrição do evento:

Introdução:
Atualmente o Gerenciamento de Serviços de TI tornou-se um fator crítico dentro e fora da TI. Ter conhecimento sobre os diversos frameworks, boas práticas e normas, sobre a aplicabilidade de cada um dentro de uma organização e seus benefícios é de extrema importância para os profissionais desta área. Participe deste Webinar e obtenha uma visão geral sobre os mais conhecidos frameworks e normas utilizadas mundialmente nas organizações.

Objetivo:
Apresentar os frameworks e normas mais utilizados ao redor do mundo como: ITIL®, Cobit, CMMI, Green IT, Cloud Computing, Business Information Management (BIM®), Normas ISO/IEC 20000 e 27000), etc, bem como seus benefícios e área de aplicação dentro das organizações.

Público alvo:
Profissionais de TI e fora de TI que já atuam ou queiram atuar na área de Gerenciamento de Serviços de TI e desejam ter uma visão integrada dos principais frameworks disponíveis no mercado.

Palestrante – Marcos Sabino Gomes
Consultor de Governança de TI da High IT que possui certificações como ITIL Expert, ISO 20000, ISO 27002, BIM®, Cloud Computing, que já atuou em diversos segmentos como finanças, manufatura e serviços, efetuando avaliação, desenho e implementação dos processos e normas relacionadas à TI, aplicando diversos treinamentos relacionados ao tema.

Inscrição gratuita: Para garantir a participação no evento clique em Register do lado esquerdo da tela neste site da Exin –  http://bit.ly/JWIgvW

Fonte: www.tiespecialistas.com.br/2012/05/webminar-gratuito-principios-de-gerenciamento-de-servicos/

Lições Aprendidas do Isaac Burmann para a Certificação PMP

Para aqueles que estão se preparando para o exame de certificação PMP. O Isaac, prestou seu depoiento em um vídeo de 22min, contando as suas lições apreendidas em sua preparação para a o exame de certificação  PMP. Dentre as etapas de estudo, o mesmo chegou a ler o PMBOK integralmente, fazer diversos simulados além de um curso preparatório para o exame, dentre outras preparações. Vejam o vídeo abaixo, ele vai te ajudar a aprender com o Isaac como evitar alguns erros que todo o marinheiro de primeira viajem está sujeito.

O vídeo foi publicado originalmente em: www.brainss.com.br/site/certificacao-pmp/isaac-burmann-e-mais-um-aluno-aprovado-aprenda-com-ele/, onde além do vídeo, é possível baixar apenas o aúdio, caso você queira escutar enquanto dirige, corre ou realiza qualquer outra atividade.

NOVO GRUPO MUNDO PROJECT MANAGEMENT NO FACEBOOK

Criamos hoje, um novo grupo de discussões, destinado a promover maior interação e troca de conhecimento entre a comunidade de gerentes de projetos no Brasil no Facebook.

Administrado pela revista Mundo PM, este grupo surge com uma proposta diferenciada de interação, ligada principalmente a compartilhar e interagir sobre os conteúdos veiculados pelos canais da Revista Mundo PM, assim como a interagir e absorver todo o conteúdo que for compartilhado pelos integrantes do mesmo.

Dentre alguns dos conteúdos e ações que pretendemos estão:

  • Publicação de links exclusivos na transmissão on-line de eventos da revista;
  • Participação de autores de artigos publicados na revista Mundo PM em sessões de bate-papo;
  • Promoções e sorteios exclusivos para integrantes de grupo;
  • Divulgação em primeira mão dos conteúdos disponibilizados em nosso blog;

Todos vocês são desde já são todos muito bem vindos.

O endereço do grupo: facebook.com/groups/mundopm